Coleção Pratos de Poesia - Paulo Leminski


Se a poesia é um ato de paz, assim como disse Neruda, nada mais natural que espalhar poesia pela casa. E pensando em formas de te permitir enfeitar as paredes da casa e da alma, fui buscar inspiração em uma de minhas referências mais especiais: Paulo Leminski.

Conheci Paulo Leminski a partir da Agenda da Tribo, ícone do mundo adolescente nos anos 90. Daí em diante, sempre me mantive conectada ao poeta, tanto que neste ano, criei a coleção que se propõe a ser uma interpretação visual da obra do escritor.

“Pratos em Poesia'' é ainda, um retrato da realidade que nos guia por esse tempo de transformações e mudanças, exigindo de nós ainda mais empatia e um pensamento e olhar voltado para o outro à nossa volta.

“Domingo
Canto dos passarinhos
Doce que dá para pôr no café” é de “Caprichos e relaxos”, seu livro de estréia lançado em 1983. Um best-seller da época, com apresentação do concretista Haroldo de Campos, que escreveu: “Foi em 1963, na ‘Semana Nacional de Poesia de Vanguarda’, em Belo Horizonte, que Leminski nos apareceu, 18 ou 19 anos, Rimbaud curitibano com físico de judoca, escandindo versos homéricos, como se fosse um discípulo zen de Bashô, o Senhor Bananeira”.



“A noite me pinga uma estrela no olho e passa” está na antologia “Toda Poesia”, lançado em 2013 pela Editora Companhia das Letras, reúne os trabalhos de Leminski entre 1944 e 1989. A edição conta com a inclusão de comentários críticos - vale sublinhar a apresentação da poeta Alice Ruiz e o trabalho primoroso de José Miguel Wisnik - e depoimentos sobre Leminski e sobre a sua obra. A partir de então os seus versos viraram febre e alcançaram um público ainda mais amplo.



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